Infelizes esses que não possuem nada de bom na vida para comentar
e precisam da vida alheia para passar o tempo.
(Edu Grabowski)
e precisam da vida alheia para passar o tempo.
(Edu Grabowski)
É incrível a nossa capacidade de cometer erros. É mais incrível ainda a forma como magoamos uns aos outros e assim deixamos que o tempo cuide da mágoa. Mas até que ponto, o tempo, realmente cuida dessa mágoa? Acostumamos deixar que o tempo seja herói e vilão de nossas vidas. Uma hora ele é o salvador e outras o destruidor de sonhos e esperanças. Então me pergunto será que estamos preparados? Será que algum dia estaremos preparados pra nós mesmos? Somos nosso maior e melhor amigo. E em contra partida somos também nosso pior inimigo.
Quantas vezes acertamos na vida? Quantas vezes erramos? Quantas decepções já tivemos? Quantas já causamos? Até que ponto isso faz a gente parar e reavaliar e repensar a vida? Até que ponto somos capazes de assumirmos nossas fraquezas com toda franqueza que deveríamos ter com nós mesmos e de fato nunca fomos?
É tão mais fácil ir ali pra aquele cantinho escuro, sentar e chorar e sentir toda raiva e dor do momento... É tão mais fácil fugir criando subterfúgios, desculpas, e amarras, muitas das vezes, imaginárias...
Nascemos errando. Nascemos acertando. Nascemos e ponto. E ai começamos nosso dilema: sobreviver no meio de imposições que nos são jogadas, atiradas e somos obrigados a aceitar. E se pensamos diferente, estamos errado. Mas se agimos sempre de acordo, também estamos. Como é contraditória essa vida. Essa selva. Esse mundo. E todas as pessoas. Como grande parte (dessas pessoas) é medíocre! Como tem tanta gente querendo atirar você pra fora do barco no meio da tempestade. Mas felizmente, ainda existem pessoas de boa fé. Pessoas que realmente se importam. Pessoas que realmente estendem a mão e continuam ali, do seu lado. E há quem me fale, Edu o mundo tem mais gente boa que ruim! E eu me pergunto, onde??! Sério, pois vejo tanta coisa de perto e de longe que me fazem repensar se vale a pena acreditar no ser humano. Um cachorro ou outro animal sabe ser mais humano que a humanidade é capaz de ser. Mas sim, existem pessoas boas. Pessoas boas que também erram. Acertam. Possuem defeitos diversos. Mas são boas de verdade e possuem coração puro.
Então até que ponto um erro cometido pode transformar uma pessoa boa em ruim? Uma falha dela, ou falta a transforma em tudo que você abomina e a torna a pior coisa em sua vida? Até que ponto você tem o direito de julgar assim essa pessoa? Até que ponto é justo esse julgamento? Até onde você é desprovido de faltas, falhas e erros, pra julgar o outro?
Levante a mão atire a primeira pedra, quem nunca errou em nada. Quem nunca magoou ninguém. Quem nunca traiu a si mesmo. Quantos podem de verdade atirar essa pedra? Acredito que ninguém. Não falo de atos que sabemos que são de todo errado: matar, roubar, entre outros do gênero. Mas de fatos do dia a dia que acontecem dentro de sua casa, ou com um conhecido. Até onde você pode julgar as atitudes do outro?
Por inveja, por mal caratismo pessoas mentem, aprontam, brincam, jogam apenas pra destruir o que ela não consegue conviver. Pra algumas pessoas é difícil conviver com a felicidade alheia. É difícil não arrumar intriga e não fazer fofoca. Pobres de espírito e infelizes de coração essas pessoas. Amargas. Fracas de caráter. Se realmente se esforçarem conseguirão um dia serem melhores pra si mesmas. Mas poucas conseguem mudar. A maioria continua na sua vidinha podre de sentimento baixos e fedidos, praticando seu esporte e passa tempo favorito...
Cuidado ao julgar o próximo. Cuidado ao condená-lo. Cuidado também em ir pro cantinho escuro com sua raiva e mágoa sem tamanho e sem fim. Porque essa atitude vicia e te faz perder momentos que não voltam mais. Cuidado em se expor demais. Cuidado em se fechar demais. Cuidado para não perder a sua essência. Para não se perder de você mesmo.
Lembre-se, pedir desculpas não torna você fraco. Não torna você menos capaz. Mas não use a palavra desculpa o tempo todo, porque isso significa que você está sendo imprudente demais, inclusive, com você mesmo.
Cuidado com seus hábitos. Sempre que se vir num comodismo, mude algo. Mesmo que seja o caminho de volta pra casa. Ou a forma de se preparar para dormir. Alguns hábitos nos tornam escravos de nós mesmos.
Quando você pensar em mudar algo em você, faça por você mesmo. Nunca, nunca mesmo, use o outro como desculpas para mudar. Porque essa mudança nunca será verdadeira e real. E pode custar caro demais aos dois. Às vezes, custa toda uma vida...
A melhor forma de saber o que o outro pensa, é perguntando. É conversando. Quando imaginamos a reação do outro sobre algum questionamento, e respondemos mentalmente por ele, ou precipitadamente, comentemos uma das maiores falhas em nossas vidas. Pois deixamos de dar ao outro o direito de expor o que gostaríamos de saber. E por medo, de sua resposta ou reação, ou mesmo não reação e não respostas, deixamos de fazê-lo.
Verdades. Todos temos as nossas. Mas quem quer que o outro aponte em nossa cara as nossas falhas e erros? Ninguém! Se uma conversa começar assim, melhor mudar o assunto. Ou esperar outro momento para conversar. E lembrar ao outro que a perfeição está longe de ser virtude no ser humano.
E por sermos seres imperfeitos somos tão excitantes. Envolventes. Especiais. Atraentes. Contraditórios. Apaixonantes. Mas até que ponto sabemos distinguir o bem do mal? Até que ponto sabemos ver quem vale ou não a pena? Até que ponto você é capaz de enxergar além do seu próprio umbigo? Até que ponto você é capaz de abrir mão de algo que adora, para ganhar um simples sorriso? Você é capaz? Realmente capaz de um ato assim, sem cobrar nada depois? Como é difícil uma atitude dessas... Como é rara também. Até porque o outro num momento de raiva, não vai lembrar desse ato seu. Lembrará apenas das coisas ruins. Mas isso vai mudar a sua essência como pessoa? Isso tornará você avesso ao que sabe ser de melhor pra você e pro outro?
Cuidado com os vícios. Cuide bem de você mesmo. Cuide bem de quem você ama. Cuide muito bem dos seus pensamentos e ações.
A vida é cheia de armadilhas. Mas quem tem amigos, sempre levanta e consegue olhar o sol sem ficar cego.
Edu Grabowski.
Quantas vezes acertamos na vida? Quantas vezes erramos? Quantas decepções já tivemos? Quantas já causamos? Até que ponto isso faz a gente parar e reavaliar e repensar a vida? Até que ponto somos capazes de assumirmos nossas fraquezas com toda franqueza que deveríamos ter com nós mesmos e de fato nunca fomos?
É tão mais fácil ir ali pra aquele cantinho escuro, sentar e chorar e sentir toda raiva e dor do momento... É tão mais fácil fugir criando subterfúgios, desculpas, e amarras, muitas das vezes, imaginárias...
Nascemos errando. Nascemos acertando. Nascemos e ponto. E ai começamos nosso dilema: sobreviver no meio de imposições que nos são jogadas, atiradas e somos obrigados a aceitar. E se pensamos diferente, estamos errado. Mas se agimos sempre de acordo, também estamos. Como é contraditória essa vida. Essa selva. Esse mundo. E todas as pessoas. Como grande parte (dessas pessoas) é medíocre! Como tem tanta gente querendo atirar você pra fora do barco no meio da tempestade. Mas felizmente, ainda existem pessoas de boa fé. Pessoas que realmente se importam. Pessoas que realmente estendem a mão e continuam ali, do seu lado. E há quem me fale, Edu o mundo tem mais gente boa que ruim! E eu me pergunto, onde??! Sério, pois vejo tanta coisa de perto e de longe que me fazem repensar se vale a pena acreditar no ser humano. Um cachorro ou outro animal sabe ser mais humano que a humanidade é capaz de ser. Mas sim, existem pessoas boas. Pessoas boas que também erram. Acertam. Possuem defeitos diversos. Mas são boas de verdade e possuem coração puro.
Então até que ponto um erro cometido pode transformar uma pessoa boa em ruim? Uma falha dela, ou falta a transforma em tudo que você abomina e a torna a pior coisa em sua vida? Até que ponto você tem o direito de julgar assim essa pessoa? Até que ponto é justo esse julgamento? Até onde você é desprovido de faltas, falhas e erros, pra julgar o outro?
Levante a mão atire a primeira pedra, quem nunca errou em nada. Quem nunca magoou ninguém. Quem nunca traiu a si mesmo. Quantos podem de verdade atirar essa pedra? Acredito que ninguém. Não falo de atos que sabemos que são de todo errado: matar, roubar, entre outros do gênero. Mas de fatos do dia a dia que acontecem dentro de sua casa, ou com um conhecido. Até onde você pode julgar as atitudes do outro?
Por inveja, por mal caratismo pessoas mentem, aprontam, brincam, jogam apenas pra destruir o que ela não consegue conviver. Pra algumas pessoas é difícil conviver com a felicidade alheia. É difícil não arrumar intriga e não fazer fofoca. Pobres de espírito e infelizes de coração essas pessoas. Amargas. Fracas de caráter. Se realmente se esforçarem conseguirão um dia serem melhores pra si mesmas. Mas poucas conseguem mudar. A maioria continua na sua vidinha podre de sentimento baixos e fedidos, praticando seu esporte e passa tempo favorito...
Cuidado ao julgar o próximo. Cuidado ao condená-lo. Cuidado também em ir pro cantinho escuro com sua raiva e mágoa sem tamanho e sem fim. Porque essa atitude vicia e te faz perder momentos que não voltam mais. Cuidado em se expor demais. Cuidado em se fechar demais. Cuidado para não perder a sua essência. Para não se perder de você mesmo.
Lembre-se, pedir desculpas não torna você fraco. Não torna você menos capaz. Mas não use a palavra desculpa o tempo todo, porque isso significa que você está sendo imprudente demais, inclusive, com você mesmo.
Cuidado com seus hábitos. Sempre que se vir num comodismo, mude algo. Mesmo que seja o caminho de volta pra casa. Ou a forma de se preparar para dormir. Alguns hábitos nos tornam escravos de nós mesmos.
Quando você pensar em mudar algo em você, faça por você mesmo. Nunca, nunca mesmo, use o outro como desculpas para mudar. Porque essa mudança nunca será verdadeira e real. E pode custar caro demais aos dois. Às vezes, custa toda uma vida...
A melhor forma de saber o que o outro pensa, é perguntando. É conversando. Quando imaginamos a reação do outro sobre algum questionamento, e respondemos mentalmente por ele, ou precipitadamente, comentemos uma das maiores falhas em nossas vidas. Pois deixamos de dar ao outro o direito de expor o que gostaríamos de saber. E por medo, de sua resposta ou reação, ou mesmo não reação e não respostas, deixamos de fazê-lo.
Verdades. Todos temos as nossas. Mas quem quer que o outro aponte em nossa cara as nossas falhas e erros? Ninguém! Se uma conversa começar assim, melhor mudar o assunto. Ou esperar outro momento para conversar. E lembrar ao outro que a perfeição está longe de ser virtude no ser humano.
E por sermos seres imperfeitos somos tão excitantes. Envolventes. Especiais. Atraentes. Contraditórios. Apaixonantes. Mas até que ponto sabemos distinguir o bem do mal? Até que ponto sabemos ver quem vale ou não a pena? Até que ponto você é capaz de enxergar além do seu próprio umbigo? Até que ponto você é capaz de abrir mão de algo que adora, para ganhar um simples sorriso? Você é capaz? Realmente capaz de um ato assim, sem cobrar nada depois? Como é difícil uma atitude dessas... Como é rara também. Até porque o outro num momento de raiva, não vai lembrar desse ato seu. Lembrará apenas das coisas ruins. Mas isso vai mudar a sua essência como pessoa? Isso tornará você avesso ao que sabe ser de melhor pra você e pro outro?
Cuidado com os vícios. Cuide bem de você mesmo. Cuide bem de quem você ama. Cuide muito bem dos seus pensamentos e ações.
A vida é cheia de armadilhas. Mas quem tem amigos, sempre levanta e consegue olhar o sol sem ficar cego.
Edu Grabowski.
E soubéssemos quantas e quantas vezes as nossas palavras são mal interpretadas,
haveria muito mais silêncio neste mundo.
(Oscar Wilde)
haveria muito mais silêncio neste mundo.
(Oscar Wilde)

